Detido em Amesterdão ou Roterdão

Amesterdão e Roterdão estão a menos de uma hora e produzem contenciosos opostos. O que partilham é o mal-entendido mais frequente do país: a tolerância cobre apenas pequenas quantidades da segunda lista em estabelecimentos autorizados, e não é uma legalização.
As duas listas
A lei do ópio divide as substâncias em duas. A tolerância aplica-se à segunda. A primeira — cocaína, MDMA, anfetaminas — é perseguida com dureza, precisamente porque o país é um grande produtor.
E o que é adquirido licitamente aqui, levado para outro país, é exportação de um lado e importação do outro. A importação é tratada muito mais severamente em todos os sistemas, conforme o guia sobre a canábis na Europa.
O que acontece
- O porto de Roterdão: contentores, com investigações que atingem transportadores e pessoal de terminal, e casos de extração em que quem é detido é o último elo.
- Schiphol: alfândega, bagagens e difusões internacionais.
- Vida noturna no centro de Amesterdão.
- Processos económicos e sanções internacionais.
- Corredores para a Bélgica e a Alemanha, com substâncias que se tornam importação ao atravessar.
A contagem, em resumo
Nove horas de interrogatório sem contar a noite, e depois até três dias por decisão do Ministério Público antes de um juiz intervir, conforme o guia sobre os Países Baixos.
Se está a acontecer neste momento
Os registos portuários regravam-se em poucos dias. O primeiro contacto é gratuito e confidencial, a qualquer hora.
Frequently asked questions
As drogas são legais nos Países Baixos?
Não. Há tolerância para pequenas quantidades da segunda lista em estabelecimentos autorizados. A primeira é perseguida com dureza.
Posso levá-las para a Bélgica?
Não. É exportação de um lado e importação do outro, e a importação é tratada muito mais severamente.
Contrataram-me para recolher algo no porto.
É a hipótese de extração. O que decide é o que sabia realmente e o que mostram as comunicações.
Quanto pode durar a detenção?
Nove horas de interrogatório sem contar a noite, e depois até três dias por decisão do Ministério Público.
